sábado, 22 de janeiro de 2011


Há dias, sabe em que eu gostaria de ser como um gato e que me acariciasse sem desejar encontrar quaisquer sentimentos a não ser o que se exprime num espreguiçar muito lento, em um olhar intenso e em uma face meiga - um vago agradecimento, por estar ali?! - e que depois me deixasse deitado no sofá sem me cobrar por suas caricias, sua atenção, todo seu amor e sem que nada pudesse levar da minha alma, pois nem saberia o que dela queria roubar.

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